Posta no balcão espera uma xícara.
Enquanto sobre a madeira
A luz lhe molda uma gêmea.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Fotografia.
Um mantra sagrado
Sob o silêncio do pecador.
Ofusca no asfalto molhado
O tom de um rosto amarrotado
Pelo tempo, seu senhor.
Sob o silêncio do pecador.
Ofusca no asfalto molhado
O tom de um rosto amarrotado
Pelo tempo, seu senhor.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
quinta-feira, 30 de julho de 2009
De cima, bem de cima, eu vi.
Vi as luzes ao redor da cidade,
E vi as pessoas envoltas em pranto.
De baixo, do mais profundo, eu li.
Sobre os grandes que cediam à luxúria,
E li sobre tratamentos de choque.
E depois da poeira da estrada,
E dos meses em off,
Vi que há mais beleza na contemporaneidade
Do português futilmente globalizado ou qualquer baixaria similar,
Do que na inércia proposital de uma mente fértil.
Vi as luzes ao redor da cidade,
E vi as pessoas envoltas em pranto.
De baixo, do mais profundo, eu li.
Sobre os grandes que cediam à luxúria,
E li sobre tratamentos de choque.
E depois da poeira da estrada,
E dos meses em off,
Vi que há mais beleza na contemporaneidade
Do português futilmente globalizado ou qualquer baixaria similar,
Do que na inércia proposital de uma mente fértil.
Assinar:
Postagens (Atom)
