Cabeça vazia
Arquivo do blog
▼
2013
(1)
▼
janeiro
(1)
Manto da Apresentação
►
2012
(7)
►
dezembro
(1)
►
outubro
(2)
►
setembro
(1)
►
julho
(1)
►
maio
(2)
►
2011
(4)
►
agosto
(2)
►
julho
(1)
►
janeiro
(1)
►
2010
(14)
►
dezembro
(2)
►
novembro
(1)
►
outubro
(6)
►
agosto
(1)
►
junho
(1)
►
abril
(2)
►
fevereiro
(1)
►
2009
(16)
►
dezembro
(4)
►
novembro
(3)
►
outubro
(1)
►
setembro
(2)
►
agosto
(4)
►
julho
(2)
►
2008
(4)
►
junho
(2)
►
fevereiro
(1)
►
janeiro
(1)
►
2007
(22)
►
dezembro
(6)
►
novembro
(3)
►
outubro
(13)
Quem sou eu
Eduardo Ribeiro
Ver meu perfil completo
sábado, 5 de maio de 2012
Ele os queima em fogo brando
E lentamente os desalenta.
Enquanto mártires viram quadros
Um auxílio para a manada
Continuar segurando
Até a última gota de vida.
Sem Abreviação (Marcos Zanturin)
Abreviamos o passo,
mas nunca o vinho.
Sob álcool e uvas,
as memórias florescem.
De um modo inconstante,
sem abreviar a amizade,
tanto anos passam
e longe de findar.
Ao som de ventos cantantes
e violões errantes,
cortaremos ainda muitas noites
sem sono nem cansaço.
Sem rimas, nem abreviações,
sem rumos, nem timões,
celebremos o passado,
brindando o futuro.
domingo, 14 de agosto de 2011
Sede
A sede é de beber
Da vida, aquilo que mata
Da morte, o que sobrevive
Da água, o que desidrata.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Bilhete para Quintana
Entre aquele escarro no abismo
E a gélida geléia geral
Me envenena de tão visceral
Um idoso qualquer romantismo.
É a morte, e os olhos marejados.
É a sorte, de conhecer o outro lado.
É a maestria de quem rege a vida
Sabendo o certo, o final da sinfonia.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Afinal, no final tudo são meios.
Quanto ao fim, ainda receio
Seja sórdido demais para estampar
A jovialidade de um princípio sem princípios.
Já nem lembro a que vim
Com a cara da cidade na minha
Os sapatos pretos e a gravata
Minha forca diária
Meu suicídio tênue e silente de cada dia.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Raras vezes me encanto
Entretanto,
Poucas coisas
Como quando canto
Formam belos "excetos"
Nas regras desta alma,
Ou nem tanto.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Canção da Roça
Agora já não tinha mais
Sangue nos olhos
E era um homem como os seus
Feito em seus sonhos
Em cada tia no tear
Ou na cozinha
A vida alheia no jantar
E em suas linhas
Agora já não era o caos
Que se assumia
Em troca de todo o dinheiro
Que nunca teria
Em cada tio no violão
Ou na varanda
Em cada primo pé no chão
Pelas cirandas
Agora achava que era livre
E que podia morrer
Então a qualquer custo partiria
Ver o sol nascer
No ribeirão... Entre as folhas do verão.
Postagens mais recentes
Postagens mais antigas
Página inicial
Assinar:
Postagens (Atom)